Clube
todas as competições e temporadas · 22 jogos disputados, sendo 11 em casa e 11 fora.
Dentro e fora de casa
O mando pesa, e pesa para todo mundo. Em todas as competições e temporadas, o visitante da liga inteira leva 11% mais amarelo cometendo praticamente o mesmo número de faltas, e o mandante marca 57% mais pênalti. Por isso cada número abaixo vem com o mesmo número da liga ao lado — o que diz algo sobre o clube é a diferença entre os dois, não o valor sozinho.
Fora de casa, cai 15% — na liga, cai 2%.
O controle do resto da tabela: é contra as faltas que o número de cartões passa a significar alguma coisa.
Fora de casa, cai 25% — na liga, sobe 11%.
A métrica mais densa do painel — existe em praticamente toda partida medida, dos dois lados. É a que aguenta comparação num recorte de uma temporada.
São 2 no total neste recorte — pouco para virar percentual. Na liga, fora de casa sobe 18%.
Evento raro: cerca de 0,15 por equipe por jogo. Numa temporada, a diferença entre casa e fora costuma ser de dois ou três cartões no total — leia a contagem antes do percentual.
São 4 no total neste recorte — pouco para virar percentual. Na liga, fora de casa cai 36%.
É onde o mando mais pesa na base inteira. Também é evento raro, então o percentual oscila muito num recorte curto.
Quem apitou
A coluna “esperado” é a média de cartões do próprio Velo Clube multiplicada pelos jogos daquele árbitro — descontado o time, sobra o que se poderia atribuir a quem apitou. A faixa ao lado é o intervalo em que uma contagem desse tamanho cai por puro acaso.
| Árbitro | Jogos | Amarelos | Esperado | Faixa | Real vs. esperado |
|---|---|---|---|---|---|
| Flavio Rodrigues De Souza | 3 | 10 | 8,6 | 3–16 | |
| Marianna Nanni Batalha | 3 | 8 | 8,6 | 3–16 | |
| Matheus Delgado Candançan | 3 | 13 | 8,6 | 3–16 | |
| Murilo Tarrega Victor | 3 | 5 | 8,6 | 3–16 | |
| Vinicius Gonçalves Dias Araujo | 2 | 3 | 5,7 | 2–12 | |
| Daiane Caroline Muniz dos Santos | 1 | 1 | 2,9 | 0–8 | |
| Douglas Marques das Flores | 1 | 3 | 2,9 | 0–8 | |
| Edina Alves Batista | 1 | 3 | 2,9 | 0–8 | |
| Fabiano Monteiro dos Santos | 1 | 3 | 2,9 | 0–8 | |
| João Vitor Gobi | 1 | 2 | 2,9 | 0–8 | |
| Lucas Casagrande | 1 | 3 | 2,9 | 0–8 | |
| Maguielson Lima Barbosa | 1 | 6 | 2,9 | 0–8 | |
| Raphael Claus | 1 | 3 | 2,9 | 0–8 |
Dos 13 árbitros da tabela, nenhum saiu da faixa — o acaso sozinho previa 0,6. A faixa é larga porque contar cartões em um punhado de jogos é ruidoso: com 9 esperados, ela vai de 3 a 16. Quanto menos jogos, mais larga — e é por isso que ela aparece em toda linha, inclusive nas de um ou dois jogos. Sair dela também não prova nada: medindo centenas de duplas, algumas caem fora por sorteio.
A tabela de árbitros conta só cartão amarelo: é a métrica registrada em praticamente toda partida, o que mantém comparáveis os totais de jogos diferentes. As médias por jogo consideram apenas as partidas com estatística da equipe disponível.