Clube
todas as competições e temporadas · 25 jogos disputados, sendo 11 em casa e 14 fora.
Dentro e fora de casa
O mando pesa, e pesa para todo mundo. Em todas as competições e temporadas, o visitante da liga inteira leva 11% mais amarelo cometendo praticamente o mesmo número de faltas, e o mandante marca 57% mais pênalti. Por isso cada número abaixo vem com o mesmo número da liga ao lado — o que diz algo sobre o clube é a diferença entre os dois, não o valor sozinho.
Fora de casa, cai 14% — na liga, cai 2%.
O controle do resto da tabela: é contra as faltas que o número de cartões passa a significar alguma coisa.
Fora de casa, sobe 33% — na liga, sobe 11%.
A métrica mais densa do painel — existe em praticamente toda partida medida, dos dois lados. É a que aguenta comparação num recorte de uma temporada.
São 6 no total neste recorte — pouco para virar percentual. Na liga, fora de casa sobe 18%.
Evento raro: cerca de 0,15 por equipe por jogo. Numa temporada, a diferença entre casa e fora costuma ser de dois ou três cartões no total — leia a contagem antes do percentual.
São 3 no total neste recorte — pouco para virar percentual. Na liga, fora de casa cai 36%.
É onde o mando mais pesa na base inteira. Também é evento raro, então o percentual oscila muito num recorte curto.
Quem apitou
A coluna “esperado” é a média de cartões do próprio Tombense multiplicada pelos jogos daquele árbitro — descontado o time, sobra o que se poderia atribuir a quem apitou. A faixa ao lado é o intervalo em que uma contagem desse tamanho cai por puro acaso.
| Árbitro | Jogos | Amarelos | Esperado | Faixa | Real vs. esperado |
|---|---|---|---|---|---|
| Ronei Candido Alves | 3 | 6 | 7,4 | 3–14 | |
| André Luis Skettino Policarpo Bento | 2 | 2 | 5,0 | 1–11 | |
| Daniel da Cunha Oliveira Filho | 2 | 4 | 5,0 | 1–11 | |
| Felipe Fernandes de Lima | 2 | 4 | 5,0 | 1–11 | |
| Hieger Túlio Cardoso | 2 | 7 | 5,0 | 1–11 | |
| Marco Antônio Da Silva | 2 | 3 | 5,0 | 1–11 | |
| Murilo Francisco Misson Junior | 2 | 3 | 5,0 | 1–11 | |
| Paulo Cesar Zanovelli da Silva | 2 | 8 | 5,0 | 1–11 | |
| Antonio Marcio Teixeira | 1 | 0 | 2,5 | 0–7 | |
| Arthur Gomes Rabelo | 1 | 7 | 2,5 | 0–7 | |
| Bruno Mota Correia | 1 | 1 | 2,5 | 0–7 | |
| Fabio Augusto de Sá Junior | 1 | 3 | 2,5 | 0–7 | |
| Hieger Cardoso | 1 | 4 | 2,5 | 0–7 | |
| Joao Luiz Gomes Neto | 1 | 4 | 2,5 | 0–7 |
Dos 14 árbitros da tabela, nenhum saiu da faixa — o acaso sozinho previa 0,6. A faixa é larga porque contar cartões em um punhado de jogos é ruidoso: com 7 esperados, ela vai de 3 a 14. Quanto menos jogos, mais larga — e é por isso que ela aparece em toda linha, inclusive nas de um ou dois jogos. Sair dela também não prova nada: medindo centenas de duplas, algumas caem fora por sorteio.
A tabela de árbitros conta só cartão amarelo: é a métrica registrada em praticamente toda partida, o que mantém comparáveis os totais de jogos diferentes. As médias por jogo consideram apenas as partidas com estatística da equipe disponível.