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Início / Clubes / Portuguesa

Clube

Portuguesa

todas as competições e temporadas · 25 jogos disputados, sendo 15 em casa e 10 fora.

Dentro e fora de casa

O que muda quando o Portuguesa joga fora

O mando pesa, e pesa para todo mundo. Em todas as competições e temporadas, o visitante da liga inteira leva 11% mais amarelo cometendo praticamente o mesmo número de faltas, e o mandante marca 57% mais pênalti. Por isso cada número abaixo vem com o mesmo número da liga ao lado — o que diz algo sobre o clube é a diferença entre os dois, não o valor sozinho.

Faltas cometidas
Em casa
12,5
liga 13,4
Fora
10,9
liga 13,2

Fora de casa, cai 13% — na liga, cai 2%.

O controle do resto da tabela: é contra as faltas que o número de cartões passa a significar alguma coisa.

Jogos medidos
22
Casa / fora
12 / 10
Cartões amarelos
Em casa
2,53
liga 2,38
Fora
2,67
liga 2,64

Fora de casa, sobe 5% — na liga, sobe 11%.

A métrica mais densa do painel — existe em praticamente toda partida medida, dos dois lados. É a que aguenta comparação num recorte de uma temporada.

Jogos medidos
24
Casa / fora
15 / 9
Cartões vermelhos
Em casa
0,20
liga 0,13
Fora
0,33
liga 0,16

São 6 no total neste recorte — pouco para virar percentual. Na liga, fora de casa sobe 18%.

Evento raro: cerca de 0,15 por equipe por jogo. Numa temporada, a diferença entre casa e fora costuma ser de dois ou três cartões no total — leia a contagem antes do percentual.

Jogos medidos
24
Casa / fora
15 / 9
Pênaltis a favor
Em casa
0,27
liga 0,16
Fora
0,11
liga 0,10

São 5 no total neste recorte — pouco para virar percentual. Na liga, fora de casa cai 36%.

É onde o mando mais pesa na base inteira. Também é evento raro, então o percentual oscila muito num recorte curto.

Jogos medidos
24
Casa / fora
15 / 9

Quem apitou

Os árbitros do Portuguesa, contra o que o próprio clube previa

A coluna “esperado” é a média de cartões do próprio Portuguesa multiplicada pelos jogos daquele árbitro — descontado o time, sobra o que se poderia atribuir a quem apitou. A faixa ao lado é o intervalo em que uma contagem desse tamanho cai por puro acaso.

Faixa: o intervalo que o acaso explicaEsperadoAmarelos que o árbitro deu: dentro da faixafora da faixa
ÁrbitroJogosAmarelosEsperadoFaixaReal vs. esperado
João Vitor Gobi377,83–15
Raphael Claus387,83–15
Flavio Rodrigues De Souza265,21–11
Lucas Canetto Bellote275,21–11
Marianna Nanni Batalha285,21–11
Matheus Delgado Candançan275,21–11
Bruno Pereira Vasconcelos132,60–7
Daiane Caroline Muniz dos Santos122,60–7
Douglas Marques das Flores122,60–7
Edina Alves Batista122,60–7
Gustavo Holanda Souza132,60–7
Jefferson Ferreira de Moraes102,60–7
Jonathan Benkenstein Pinheiro122,60–7
Luiz Flavio De Oliveira142,60–7
R. Pantoja de Quequi112,60–7
Roger Goulart102,60–7

Dos 16 árbitros da tabela, nenhum saiu da faixa — o acaso sozinho previa 0,7. A faixa é larga porque contar cartões em um punhado de jogos é ruidoso: com 8 esperados, ela vai de 3 a 15. Quanto menos jogos, mais larga — e é por isso que ela aparece em toda linha, inclusive nas de um ou dois jogos. Sair dela também não prova nada: medindo centenas de duplas, algumas caem fora por sorteio.

Dados até 18/03/2026• Amostra: 25 jogos

A tabela de árbitros conta só cartão amarelo: é a métrica registrada em praticamente toda partida, o que mantém comparáveis os totais de jogos diferentes. As médias por jogo consideram apenas as partidas com estatística da equipe disponível.

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Dados para entender como o jogo é conduzido.

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