Clube
todas as competições e temporadas · 28 jogos disputados, sendo 14 em casa e 14 fora.
Dentro e fora de casa
O mando pesa, e pesa para todo mundo. Em todas as competições e temporadas, o visitante da liga inteira leva 11% mais amarelo cometendo praticamente o mesmo número de faltas, e o mandante marca 57% mais pênalti. Por isso cada número abaixo vem com o mesmo número da liga ao lado — o que diz algo sobre o clube é a diferença entre os dois, não o valor sozinho.
Fora de casa, sobe 21% — na liga, cai 2%.
O controle do resto da tabela: é contra as faltas que o número de cartões passa a significar alguma coisa.
Fora de casa, sobe 54% — na liga, sobe 11%.
A métrica mais densa do painel — existe em praticamente toda partida medida, dos dois lados. É a que aguenta comparação num recorte de uma temporada.
São 3 no total neste recorte — pouco para virar percentual. Na liga, fora de casa sobe 18%.
Evento raro: cerca de 0,15 por equipe por jogo. Numa temporada, a diferença entre casa e fora costuma ser de dois ou três cartões no total — leia a contagem antes do percentual.
São 3 no total neste recorte — pouco para virar percentual. Na liga, fora de casa cai 36%.
É onde o mando mais pesa na base inteira. Também é evento raro, então o percentual oscila muito num recorte curto.
Quem apitou
A coluna “esperado” é a média de cartões do próprio LDU Quito multiplicada pelos jogos daquele árbitro — descontado o time, sobra o que se poderia atribuir a quem apitou. A faixa ao lado é o intervalo em que uma contagem desse tamanho cai por puro acaso.
| Árbitro | Jogos | Amarelos | Esperado | Faixa | Real vs. esperado |
|---|---|---|---|---|---|
| Alexis Herrera | 3 | 6 | 7,6 | 3–14 | |
| Facundo Tello Figueroa | 3 | 10 | 7,6 | 3–14 | |
| Wilmar Alexander Roldán Pérez | 3 | 9 | 7,6 | 3–14 | |
| Andrés José Rojas Noguera | 2 | 7 | 5,1 | 1–11 | |
| Darío Herrera | 2 | 4 | 5,1 | 1–11 | |
| Esteban Ostojich | 2 | 3 | 5,1 | 1–11 | |
| Yael Falcón Pérez | 2 | 3 | 5,1 | 1–11 | |
| Andrés Matonte | 1 | 3 | 2,5 | 0–7 | |
| Bruno Pérez | 1 | 1 | 2,5 | 0–7 | |
| Carlos Arturo Ortega Jaimes | 1 | 4 | 2,5 | 0–7 | |
| Derlis Fabián López López | 1 | 1 | 2,5 | 0–7 | |
| Felipe González | 1 | 2 | 2,5 | 0–7 | |
| Fernando Vejar | 1 | 2 | 2,5 | 0–7 | |
| Gery Vargas | 1 | 5 | 2,5 | 0–7 | |
| Jesús Valenzuela Sáez | 1 | 4 | 2,5 | 0–7 | |
| Joel Alarcón | 1 | 2 | 2,5 | 0–7 | |
| José Cabero | 1 | 3 | 2,5 | 0–7 | |
| Leodán González | 1 | 2 | 2,5 | 0–7 |
Dos 18 árbitros da tabela, nenhum saiu da faixa — o acaso sozinho previa 0,8. A faixa é larga porque contar cartões em um punhado de jogos é ruidoso: com 8 esperados, ela vai de 3 a 14. Quanto menos jogos, mais larga — e é por isso que ela aparece em toda linha, inclusive nas de um ou dois jogos. Sair dela também não prova nada: medindo centenas de duplas, algumas caem fora por sorteio.
A tabela de árbitros conta só cartão amarelo: é a métrica registrada em praticamente toda partida, o que mantém comparáveis os totais de jogos diferentes. As médias por jogo consideram apenas as partidas com estatística da equipe disponível.