Clube
todas as competições e temporadas · 21 jogos disputados, sendo 9 em casa e 12 fora.
Dentro e fora de casa
O mando pesa, e pesa para todo mundo. Em todas as competições e temporadas, o visitante da liga inteira leva 11% mais amarelo cometendo praticamente o mesmo número de faltas, e o mandante marca 57% mais pênalti. Por isso cada número abaixo vem com o mesmo número da liga ao lado — o que diz algo sobre o clube é a diferença entre os dois, não o valor sozinho.
Fora de casa, cai 7% — na liga, cai 2%.
O controle do resto da tabela: é contra as faltas que o número de cartões passa a significar alguma coisa.
Fora de casa, cai 15% — na liga, sobe 11%.
A métrica mais densa do painel — existe em praticamente toda partida medida, dos dois lados. É a que aguenta comparação num recorte de uma temporada.
São 1 no total neste recorte — pouco para virar percentual. Na liga, fora de casa sobe 18%.
Evento raro: cerca de 0,15 por equipe por jogo. Numa temporada, a diferença entre casa e fora costuma ser de dois ou três cartões no total — leia a contagem antes do percentual.
São 2 no total neste recorte — pouco para virar percentual. Na liga, fora de casa cai 36%.
É onde o mando mais pesa na base inteira. Também é evento raro, então o percentual oscila muito num recorte curto.
Quem apitou
A coluna “esperado” é a média de cartões do próprio Bangu multiplicada pelos jogos daquele árbitro — descontado o time, sobra o que se poderia atribuir a quem apitou. A faixa ao lado é o intervalo em que uma contagem desse tamanho cai por puro acaso.
| Árbitro | Jogos | Amarelos | Esperado | Faixa | Real vs. esperado |
|---|---|---|---|---|---|
| Jodis Nascimento de Souza | 4 | 7 | 11,8 | 6–20 | |
| Wagner do Nascimento Magalhaes | 2 | 5 | 5,9 | 2–12 | |
| Alan Trindade da Silva | 1 | 5 | 3,0 | 0–8 | |
| Alex Gomes Stefano | 1 | 3 | 3,0 | 0–8 | |
| André Rodrigo Rocha | 1 | 5 | 3,0 | 0–8 | |
| Bruno Arleu de Araujo | 1 | 1 | 3,0 | 0–8 | |
| Bruno Mota Correia | 1 | 4 | 3,0 | 0–8 | |
| Carlos Tadeu Ferreira de Castro | 1 | 3 | 3,0 | 0–8 | |
| Ewerton Marques Ribeiro | 1 | 7 | 3,0 | 0–8 | |
| Felipe da Silva Gonçalves | 1 | 2 | 3,0 | 0–8 | |
| Julio Cesar de Oliveira | 1 | 4 | 3,0 | 0–8 | |
| Lucas de Melo Maciel | 1 | 5 | 3,0 | 0–8 | |
| Pierry Dias dos Santos | 1 | 2 | 3,0 | 0–8 | |
| Tarcizo Pinheiro Caetano | 1 | 2 | 3,0 | 0–8 | |
| Thiago Ramos Marques | 1 | 4 | 3,0 | 0–8 | |
| Thiago da Silva Ludugério | 1 | 1 | 3,0 | 0–8 | |
| Yuri Elino Ferreira da Cruz | 1 | 2 | 3,0 | 0–8 |
Dos 17 árbitros da tabela, nenhum saiu da faixa — o acaso sozinho previa 0,8. A faixa é larga porque contar cartões em um punhado de jogos é ruidoso: com 12 esperados, ela vai de 6 a 20. Quanto menos jogos, mais larga — e é por isso que ela aparece em toda linha, inclusive nas de um ou dois jogos. Sair dela também não prova nada: medindo centenas de duplas, algumas caem fora por sorteio.
A tabela de árbitros conta só cartão amarelo: é a métrica registrada em praticamente toda partida, o que mantém comparáveis os totais de jogos diferentes. As médias por jogo consideram apenas as partidas com estatística da equipe disponível.